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Junho em Filmes

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Antes de mais peço imensa desculpa pela ausência de regularidade neste meu espaço. Ao fazer esta curta visita, é que me apercebo do tempo que passou desde a minha última publicação minimamente decente. Não posso dizer que seja por falta de inspiração, pois tenho visualizado filmes bastante interessantes (Before Midnight; Upstream Color; Grey Gardens - 1975), acerca dos quais tenho bastantes comentários a tecer que desesperadamente querem sair. Também me aventurei finalmente a ver alguns clássicos que tinha miseravelmente em falta (The Fly; Taxi Driver; Alien; Blade Runner), e sob os quais ainda pretendo tecer uma ou outra opinião. Mas com o devido tempo que estes merecem, pois escrever por escrever é algo que não consta no meu repertório. E é precisamente o factor "tempo" que me tem impossibilitado de impor alguma regularidade neste blogue. O meu pior semestre até agora, aquele que me trouxe mais desmotivação, está prestes a acabar mas não sem antes trazer consigo uma catre…

A arte dos Posters (XLIV)

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Finalmente colmatei duas das minhas incompreensíveis falhas ao visualizar duas obras tão importantes da sétima arte. Ridley Scott, tens o meu respeito.  Alien (1979) Blade Runner (1982)

Porque os trailers também merecem (XII)

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar entender outro propósito sobre a obra. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização da população para um determinado filme.  2013 apresenta-nos um documentário que promete criar um choque na mentalidade da população, um pouco na linha de pensamento de The Cove (2009), outro documentário que merece todos os meus aplausos pela sua genuinidade. Com o cunho de Gabriela Cowperthwaite, Blackfish já me conseguiu cativar e perturbar só por estes dois minutos (com uma banda-sonora a puxar para o lado mais dramático, é certo).

Paragens em estações vizinhas

Dois dias atribulados nesta comunidade da qual faço parte integrante há menos de um ano. É sempre um prazer ser convidado a contribuir de uma forma ou outra para o preenchimento de um blogue vizinho, ainda para mais quando se tratam de espaços que tanto admiro e acompanho regularmente. 
A Janela Encantada: Volto a agradecer ao José Carlos Maltez pelo convite a participar na iniciativa O Meu Ciclo. Um ciclo que contempla vários ciclos que respiram liberdade de expressão, notando-se dessa forma o carácter pessoal dos respectivos autores. A minha escolha de aprofundamento deteve-se no cinema de Tsai Ming-liang e pode ser vista aqui
Girl on Film: Um filme, uma mulher, outra iniciativa bastante interessante que visa destacar e glorificar o papel da mulher na Sétima Arte. Tem acima de tudo revelado que as mulheres têm um papel cada vez mais preponderante e livre de preconceitos no grande ecrã. Digamos que fiz um pouco de batota e elegi não uma mas sim duas mulheres, como podem deitar olho

Maio em Filmes

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Maio não foi muito preenchido no que toca à Sétima Arte mas do mesmo resultou três grandes surpresas. Mary and Max tornou-se aos meus olhos numa pérola da animação, com um argumento bastante envolvente. Cannibal Holocaust apelou a todos os meus sentidos e fez-me divagar ainda mais pela hipocrisia do ser humano. Quanto ao referido filme, podem ler a minha opinião aqui. Mas foi no último dia do mês, quando pensava já não poder acrescentar nada de grande valor a esta lista, que vi o documentário que me fascinou por completo. Refiro-me portanto a Fahrenheit 9/11 e sobre o mesmo conjuguei estas palavras.
Filme do mês: Fahrenheit 9/11 (2004), de Michael Moore - 10

Outros filmes visualizados:

Mary and Max (2009), de Adam Elliot - 9/10
Bowling for Columbine (2002), de Michael Moore - 8/10
Waltz with Bashir (2008), de Ari Folman - 8/10
The Texas Chainsaw Massacre (1974), de Tobe Hooper - 7/10
The Hills Have Eyes (1977), de Wes Craven - 7/10
Horton Hears a Who (2008), de Jimmy Hayward; Steve Martino -…

Crítica: Fahrenheit 9/11 (2004)

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Argumento: Michael Moore Realização: Michael Moore
[Spoilers] A 11 de Setembro de 2001, um acontecimento monumental nos Estados Unidos da América mudou o Mundo. A Humanidade sofreu um abanão social e político que viria a ter as mais variadas repercussões até aos dias de hoje. A 31 de Maio de 2013, a um nível altamente pessoal, algo voltou a mudar na minha existência. Não sei precisar o quê, mas apenas posso afirmar com toda a certeza que o Michael Moore se pode eleger como o responsável. Estreado em 2004 perante um público em Cannes que o recebeu com uma salva de palmas de uma módica longevidade de vinte minutos, este documentário apenas mereceu a minha visualização neste presente dia. Muitas foram as oportunidades de o ver e muitas foram as oportunidades dispensadas. De qualquer das formas, dou graças de não o ter visto aquando da sua estreia em 2004, pois não me parece que teria sido muito receptivo a toda a sua diabólica temática com apenas 14 anos.  08h46min: primeiro avião. 09h03m…

América segundo a lente de Michael Moore

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Um pequeno sketch pelas mãos dos criadores de South Park e que faz parte integrante do documentário de Michael Moore Bowling for Columbine (2002). A evolução da América com a posse de armas como pano de fundo. 

Crítica: The Night Porter (1974)

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Título Original: Il Portiere di notte Argumento: Liliana Cavani Realização: Liliana Cavani Elenco: Dirk Bogarde; Charlotte Rampling
[Spoilers] Viena. 13 anos se passaram desde os acontecimentos monumentais da 2ª Guerra Mundial. A sociedade retoma gradualmente os seus eixos padronizados, com a memória impregnada de algo que mudou para sempre a história da humanidade.  Outrora oficial SS. Actualmente porteiro de um hotel. É assim que descobrimos o protagonista, alguém que se encontra em plena procura pelo esquecimento. Encontra-se a meio de um processo do qual espera poder sair eternamente ileso de todos os crimes cometidos no passado, entre os quais se encontram várias ordens de execução. O seu novo cargo visa a disponibilidade imediata a clientes, estes que abusam do poder e da superioridade com que se investem. Outrora oficial precursor de crimes horrendos. Actualmente porteiro submisso aos caprichos de terceiros. Certo dia, o seu processo de esquecimento é interrompido com a chegada de…

Crítica: Holocausto Canibal (1980)

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Título Original: Cannibal Holocaust Realização: Ruggero Deodato Argumento: Gianfranco Clerici Elenco: Robert Kerman; Gabriel Yorke; Francesca Ciardi; Perry Pirkanen
[Spoilers] Cerca de cinco anos depois da estreia de Salò, or the 120 Days of Sodom (1975), o terreno italiano volta a distribuir mais um filme-choque, que viria a ganhar um lugar de relevo na história da sétima arte. Várias décadas depois com uma censura muito menos restrita, ambos ainda se encontram banidos em inúmeros países por todo o mundo. Mas não é a mestria do filme de Pier Paolo Pasolini que pretendo aqui destacar.  Polémico. Chocante. Controverso. Visceral. Perverso. Crítico. Perturbador. Não é difícil atribuir tais adjectivos ao filme canibalista de Deodato. A tarefa realmente difícil passa por eleger o momento que cria maior incómodo para o espectador. Um leque de escolhas bastante alargado: uma mulher violada e arrastada pela lama como se de um suíno se tratasse; outra "simplesmente" empalada; a castraçã…

Porque os trailers também merecem (XI)

Depois de Waltz with Bashir (2008), Ari Folman promete voltar a fazer das suas em The Congress (2013). Baseado na obra The Futurological Congress de Stanislaw Lem, o filme aparenta ser algo de cariz único na sétima arte, misturando animação e acção real de uma forma extremamente bela. Posso afirmar que o trailer me deixou completamente absorto e que esta é a desculpa que tanto procurava para finalmente folhear uma obra do escritor polaco.  Aqui fica o link: http://www.dailymotion.com/video/xzupmd_the-congress-trailer_shortfilms

Crítica: The Killers (1956)

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Título Original: Ubiytsy Realização: Andrei Tarkovsky; Aleksandr Gordon; Marika Beiku Argumento: Andrei Tarkovsky; Aleksandr Gordon; (a partir do conto de Ernest Hemingway)
[Spoilers] O conto de Hemingway a partir do qual se alimenta esta curta-metragem, data de 1927 mas só chega à União Soviética vários anos mais tarde, tal como toda a sua obra. Tarkovsky tentava estar sempre a par do que se fazia na literatura e no cinema, de forma a absorver os movimentos artísticos que fervilhavam à sua volta. A história do escritor americano, na altura ainda vivo, despertou-lhe interesse de forma a adaptá-la na forma de um pequeno filme. Apesar de estar atrás das câmaras com mais dois colegas num mesmo nível de importância, muitas das suas sugestões foram bem aceites de forma a integrarem o resultado final.  O filme centra-se num pequeno restaurante, cujo dono serve dois homens que acabam por actuar como gangsters em busca de uma vítima específica para matar. Decidem esperar até às 18 horas, pois t…

Uns hipotéticos 93 anos...

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Se não tivesse falecido em 1996, seriam grandes as probabilidades de ainda estar vivo e capaz de testemunhar o legado que deixou às gerações vindouras. Saul Bass é conhecido essencialmente pelo seu trabalho como designer gráfico, nomeadamente na indústria cinematográfica. Colaborou com grandes nomes da sétima arte, tais como Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Stanley Kubrick e Billy Wilder. Os seus genéricos iniciais são extremamente criativos e atractivos, induzindo o espectador para o tema que irão ver tratado no filme.
‘try to reach for a simple, visual phrase that tells you what the picture is all about and evokes the essence of the story. Em Vertigo (1958), observamos um encaixe perfeito no que diz respeito à aparição dos nomes pertencentes ao elenco e equipa técnica. Entramos em órbita através da pupila do par de olhos em questão e são nos dadas luzes sobre o que nos espera assistir. Sabemos entrar numa mente conturbada, espelhada numa espiral de loucura que se pinta de várias co…

A arte dos Posters (XLIII) - Saul Bass

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Vertigo (1958), Alfred Hitchcock Saint Joan (1957), Otto Preminger Love in the Afternoon (1957), Billy Wilder The Firemen's Ball (1967), Milos Forman Anatomy of a Murder (1959), Otto Preminger Schindler's List (1993), Steven Spielberg  (Poster não distribuído)

A muleta da imagem (VI)

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Depois de ver Waltz with Bashir (2008), um dos aspectos que ainda deambula pelos meandros da minha mente é definitivamente a melancólica banda-sonora. A faixa The Haunted Ocean complementa uma das cenas mais belas do filme. Se não se fizesse valer por muito mais, podia ser um filme de respeito apenas com esta sequência.

Crítica: Pietà (2012)

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Argumento e Realização: Kim Ki-duk Elenco: Lee Jung-jin; Jang Mi-sun.
[Spoilers] Era uma vez um homem que emprestava dinheiro a pessoas que tudo dariam para o ter. Era uma vez um rapaz que cobrava as dívidas. Era uma vez uma criança que regrediu até à idade da inocência ao ver a sua mãe regressar trinta anos após o ter abandonado. O nosso protagonista Kang-do (Lee Jung-jin) vê a sua mãe regressar para lhe dar o amor que sempre teve em falta. Inicialmente relutante perante a aproximação da mulher que o abandonou segundos após o ter trazido ao mundo, acaba por lhe dar uma oportunidade. É interessante como na maioria dos filmes o espectador tenta analisar a personagem e os seus respectivos actos na esperança de atribuir alguma culpa às suas origens, à forma como foi criado. E aqui nem necessita de o fazer, pois a mãe aparece para relembrar o filho e o espectador de que a sua ausência é a verdadeira catalisadora do monstro que se gerou. E é precisamente com esse ponto de vista que Jang M…

O close-up como catalisador de emoções

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Pela óptica do teórico Béla Balázs, o close-up permite distanciar o cinema do teatro. Consiste, tal como o próprio nome indica, em fechar o enquadramento até se restringir somente àquilo que quer destacar, seja um rosto humano ou um objecto inanimado. Ao “cortar” o corpo da personagem, de forma a reduzir o campo de visão para o rosto, é possível criar uma distanciação entre espectador e personagem. “A expressão facial é a mais subjectiva manifestação  do homem, mais subjectiva ainda do que a fala, porque o vocabulário e a gramática estão sujeitos a convenções e regras mais ou menos válidas universalmente. Enquanto a representação dos traços do rosto [...] não é governada por regras objectivas, ainda que seja em larga medida uma questão de imitação. O close-up torna objectiva essa que é a mais subjectiva e individual das manifestações humanas” (Theory of the film)La Passion de Jeanne d'Arc (1928), uma das maiores preciosidades da era do cinema mudo, é um dos filmes que melhor ilust…

Indie Lisboa '13: Metamorphosen

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O alemão Sebastian Mez tinha em mãos uma tarefa difícil, filmar uma ameaça invisível. O seu filme de final de curso pega num tema pouco divulgado pelos meios de comunicação social, fornecendo ao espectador o contexto histórico e visual das áreas em questão.  Ficando apenas atrás de Chernobyl e Fukushima, Mayak é conhecido como o complexo industrial que se tornou palco de um dos maiores desastres nucleares que pintam a história da humanidade. Em 1957, quase 100 toneladas de desperdícios tóxicos são libertados, contaminando grande parte das áreas circundantes. Apesar das inúmeras mortes e sequelas a longo prazo, o governo soviético ocultou o incidente durante 30 anos, contribuindo para o conhecimento empobrecido do público em geral.  Actualmente, o realizador tem de se conformar a filmar o megalómano incidente de forma mais contida, focando-se no visível, os efeitos que ainda permanecem. Nem mesmo a central nuclear tem direito a um plano mais aproximado, visto que a autorização para fi…

Ordet e o Teatro Filmado

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Béla Balázs levanta questões quanto à distanciação entre cinema e teatro filmado. A que meios recorre a linguagem cinematográfica para adaptar ao grande ecrã algo que à partida tinha todas as características para funcionar num palco de teatro? “Quando e como a cinematografia se tornou uma arte específica independente usando métodos muito diferentes do teatro e usando uma forma linguística totalmente diferente? Qual a diferença entre teatro filmado e arte cinematográfica? Sendo ambos igualmente filmes projectados numa tela, porque digo que um é apenas reprodução técnica e o outro uma arte criativa independente?” (Theory of the film, p.30) Para explorar um pouco a temática, irei debruçar-me sobre Ordet, um filme dinamarquês de 1955 realizado por Carl Theodor Dreyer. Galardoada com o Golden Lion no Festival de Veneza, a película baseia-se na peça homónima de Kaj Munk encenada pela primeira vez em 1932. Relata a história de Morten Borgen, o dono de uma quinta, que carrega nos ombros os id…

Crítica: The Last Laugh (1924)

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Título Original: Der letzte Mann Realização: F.W. Murnau Argumento: Carl Mayer
[Spoilers] Muitos teóricos e historiadores que se debruçam sobre a sétima arte afirmam que algo se perdeu com o advento do primeiro filme sonoro em 1927. A nova possibilidade de transmitir uma ideia através do recurso a diálogos sincronizados com o som traria também uma conotação negativa. Perante tal possibilidade, surgiria o facilitismo das histórias e uma certa preguiça em inovar através da imagem. Uma nova mentalidade surgia, na qual a imagem não era mais o principal meio através do qual se contaria uma história. Confesso que cada vez percebo melhor a ideia dessa tal perda. E pérolas como este The Last Laugh fazem-me ter orgulho no cinema mudo, nestes primórdios da sétima arte tal como a conhecemos hoje. Para uma maior intensificação da experiência, visualizei este filme alemão sem qualquer som. E por esse mesmo motivo, não posso opinar sobre a banda-sonora composta especialmente para acompanhar a projecç…

Abril em Filmes

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Abril ficou marcado pela visualização de uma catrefada de episódios. Séries novas ou simplesmente manter-me a par das que que perderam o gás. Acabei por não ver tantos filmes quanto o inicialmente planeado. Ainda assim, marquei presença em algumas sessões importantes da décima edição do Indie Lisboa.  Um debate sobre fotografia no cinema, no âmbito do festival, revelou-se pouco produtivo e desinteressante. Dei de caras com o mundo de Patrick Jolley, que ainda me assola à mente com a sua peculiaridade. Shirley - Visions of Reality e Leviathan foram agradáveis surpresas, sendo este último uma experiência única numa sala de cinema.  Fora do circuito do festival, debrucei-me mais aprofundadamente no cinema de Tsai Ming-liang, sem mais uma vez ficar desiludido.  Tenho como hábito eleger o melhor filme visualizado no período mensal. Este mês vejo-me bastante dividido nessa eleição. De um lado, Once Upon a Time in the West (1968) faz questão de se reavivar fortemente na minha memória. Na ou…