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A arte dos posters (XX)

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O Sétimo Selo (1957), Ingmar Bergman

Óscar - Melhor Filme

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Falta menos de um mês para a tão aguardada cerimónia de entrega dos Óscares que se realiza no dia 24 de Fevereiro. Pela primeira vez consegui realizar a tarefa que coloco na lista ano após ano: visualizar todos os filmes nomeados na categoria principal dos prémios da Academia. Devo reconhecer que nesta selecção se encontram alguns filmes realmente competentes e outros que se elevam a um estado de excelência. Claro que penso sempre na possibilidade de trocar alguns destes filmes por outros que não tiveram qualquer reconhecimento mas quanto a isso pouco ou nada adianta pronunciar palavra. Resumindo e concluindo, entrego este "óscar" aos produtores de Amour . Seguem-se os nomeados na categoria principal de acordo com a minha ordem de preferência. Amour, de Michael Haneke Em primeiro lugar assumo-me como um fã acérrimo deste realizador. Já visualizei todas as suas obras e esta revelou-se como uma das maiores demonstrações da sua genialidade. O argumento pode aparentar ...

5 anos depois...

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Heath Ledger. Actor em progressiva ascensão morre a 22 de Janeiro de 2008 com apenas 28 anos, devido a uma overdose acidental. 5 anos depois recordo-o ao rever na minha memória as representações que ilustram, na minha opinião, o seu expoente máximo como actor. Brokeback Mountain (2005), Ang Lee      The Dark Knight (2008),  Christopher Nolan

A arte dos posters (XIX)

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Man with a Movie Camera (1929), Dziga Vertov

Amour ao Poder

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Amour  continua a deixar a sua impressão digital por onde quer que passe. Na noite passada arrecadou mais um prémio para melhor filme estrangeiro, desta feita o Globo de Ouro. É com especial agrado que acompanho este percurso de vitórias do filme do austríaco Michael Haneke. Espero que se possa retirar daqui um prenúncio do arrecadar do prémio da Academia.  Não me posso pronunciar quanto a Argo , pois só o irei visualizar dentro de poucos dias. Não há dúvida de que Ben Affleck está em ascensão. A meu ver, tem maiores capacidades por detrás das câmaras. Um dos maiores mistérios perante toda esta corrida aos prémios que tem decorrido nos últimos meses é o reconhecimento da Adele pela música que interpreta para o filme Skyfall . Não me interpretem mal, não tenho nada contra a senhora e acho que tem uma voz bastante boa, mas com os ouvidos bem abertos apercebo-me de que provavelmente compôs a letra da música na sanita. As rimas são desnecessariamente forçadas e revelam tudo m...

New York, N.Y. (1986)

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New York, N.Y. , curta-metragem realizada por Raymond Depardon, exerce em mim uma estranheza um pouco singular. Mas por outro lado, a forma como o travelling é executado fascina-me. Como se fosse um ser que vira as suas atenções naquela noite para a cidade de Nova Iorque. Entra na cidade, desce até ao chão, espreita os movimentos dos vários indivíduos mundanos e volta a subir para de seguida se recolher no seu canto. Um ponto de vista um pouco voyeurista , apesar de não entrar em nenhum compartimento onde se escondem mil e uma vidas. A ponte quase assume um papel de personagem, ao iniciar e encerrar o filme.  Podem ver a curta na íntegra a seguir:

Crítica: Naqoyqatsi - A Guerra Como Forma de Vida

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Título Original: Naqoyqatsi – Life as War (2002) Argumento e Realização: Godfrey Reggio Música: Philip Glass Montagem: Jon Kane  “Imagens que vemos diariamente e que se misturam com o enquadramento da própria vida.”, Godfrey Reggio [Spoilers] Depois de Koyaanisqatsi (1984) e Powaqqatsi (1987), a trilogia Qatsi testemunha o seu término com Naqoyqatsi (2002). Uma trilogia documental que vive na sua essência da sintonia entre imagens e música, da sintonia entre Godfrey Reggio e Philip Glass. O último capítulo do trio inicia-se com um plano progressivamente mais aproximado do quadro de Pieter Bruegel, A Torre de Babel . A multiculturalidade espelhada num quadro. A comunicação nas mais variadas formas. O mundo da internet a ligar continente a continente e a permitir uma comunicação mais alargada. Estamos num milénio em que a manipulação do ser humano é mais acrescida face à ascendência da tecnologia. O ser trabalhado e o ser manipulado. Não deixa de ser interes...