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Maio em Filmes

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Maio não foi muito preenchido no que toca à Sétima Arte mas do mesmo resultou três grandes surpresas. Mary and Max tornou-se aos meus olhos numa pérola da animação, com um argumento bastante envolvente. Cannibal Holocaust apelou a todos os meus sentidos e fez-me divagar ainda mais pela hipocrisia do ser humano. Quanto ao referido filme, podem ler a minha opinião aqui . Mas foi no último dia do mês, quando pensava já não poder acrescentar nada de grande valor a esta lista, que vi o documentário que me fascinou por completo. Refiro-me portanto a Fahrenheit 9/11  e sobre o mesmo conjuguei estas palavras . Filme do mês : Fahrenheit 9/11 (2004), de Michael Moore - 10 Outros filmes visualizados : Mary and Max (2009), de Adam Elliot - 9/10 Bowling for Columbine (2002), de Michael Moore - 8/10 Waltz with Bashir (2008), de Ari Folman - 8/10 The Texas Chainsaw Massacre (1974), de Tobe Hooper - 7/10 The Hills Have Eyes (1977), de Wes Craven - 7/10 Horton Hears a Who (2008), de J...

Crítica: Fahrenheit 9/11 (2004)

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Argumento: Michael Moore Realização: Michael Moore [Spoilers] A 11 de Setembro de 2001, um acontecimento monumental nos Estados Unidos da América mudou o Mundo. A Humanidade sofreu um abanão social e político que viria a ter as mais variadas repercussões até aos dias de hoje. A 31 de Maio de 2013, a um nível altamente pessoal, algo voltou a mudar na minha existência. Não sei precisar o quê, mas apenas posso afirmar com toda a certeza que o Michael Moore se pode eleger como o responsável. Estreado em 2004 perante um público em Cannes que o recebeu com uma salva de palmas de uma módica longevidade de vinte minutos, este documentário apenas mereceu a minha visualização neste presente dia. Muitas foram as oportunidades de o ver e muitas foram as oportunidades dispensadas. De qualquer das formas, dou graças de não o ter visto aquando da sua estreia em 2004, pois não me parece que teria sido muito receptivo a toda a sua diabólica temática com apenas 14 anos.  08h46min: prime...

A Waltz for a Night

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Não sou um romântico no sentido restrito da palavra mas esta é uma das minhas poucas cenas de eleição dentro de um registo mais romanceado. Em Before Sunset (2004), nove anos depois de se terem conhecido pela primeira vez, Celine toca a valsa que escreveu a pensar em Jesse e no facto de muito provavelmente nunca mais o voltar a ver. A meu ver, é uma cena extremamente poderosa. Em poucos minutos, mesmo sem termos noção do percurso entre ambos até então, o espectador fica com a noção do significado que aquele encontro de apenas uma noite produziu na vida deles. Aquela noite que pareceu afastada do tempo e do espaço tal como os conhecemos. O romantismo a que todos aspiramos espelhado numa música. Percebemos o significado que aquele estranho teve na vida dela e a esperança que lhe retirou aquando da sua partida. As expressões dos actores ajudam a perscrutar o que lhes vai na alma. A cena do dia...

Miscelânea

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"Do you know what people did in the old days when they had secrets they didn't want to share? They'd climb a moutain, find a tree, carve a hole in it, whisper the secret into the hole and cover it up with mud. That way, nobody else would ever learn the secret...", Tak - 2046 (2004) "I will be dying and so will you, and so will everyone here. That's what I want to explore. We're all hurtling towards death, yet here we are for the moment, alive. Each of us knowing we're going to die, each of us secretly believing we won't.", Caden Cotard   - Synecdoche, New York (2008) [ voiceover ] "Do I have an original thought in my head? My bald head. Maybe if I were happier, my hair wouldn't be falling out. Life is short. I need to make the most of it. Today is the first day of the rest of my life. I'm a walking cliché. I really need to go to the doctor and have my leg checked. There's something wrong. A bump. The dentist calle...